segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Vale a pena ler!

" Volvidos quase 50 anos de abril, Portugal continua sem capital, os direitos laborais degradaram-se, a função pública minguou e, agora, muitos sectores estratégicos para a soberania nacional estão na posse de mãos estrangeiras. Pergunta-se: o que fazer?"
"Uma vez que o autor alude tantas vezes à Noruega (que não faz parte da UE) seria expectável que propusesse a necessidade de uma lei laboral que garantisse a proteção salarial dos trabalhadores, um enquadramento que incentivasse a contratação coletiva em todas as áreas de atividade económica e que previsse o efetivo reforço de meios no sector público nos quais se incluem os funcionários públicos de diversas profissões. Sim, ao sector público – aquele que garantiu o funcionamento do país em plena pandemia COVID-19. Mas não! Aos “desgraçados” dos trabalhadores promete-se requalificação, qualificação e formação para lhes exigir (novamente) que se readequem, desta vez, a estes tempos “neo-pós” do 5.0."
"Apenas para contraste sobre o sector público apresenta-se o seguinte gráfico no qual se poderá constatar que a Noruega (modelo utilizado por Costa Silva) tem, à proporção, o dobro de funcionários públicos que Portugal – note-se: bem acima da média dos países da OCDE – e que os tem vindo a aumentar desde 2007"

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