MARCELO DE SOUSA, POIS CLARO!
Um feirante inescrupuloso, um homem pronto a qualquer patifaria, a qualquer indignidade, na defesa militante da alta burguesia de onde vem e a quem serve.
A cidadã que o interpelou num lugar de Portugal sobre a sua vida faustosa e o contrário do que ela aufere por mês (300€). Não respondeu nunca com a dignidade do momento e a única coisa que este BANDALHO se lembrou de argumentar, é que a mulher convencesse os portugueses a mudar o seu voto. Esquecendo de declarar honestamente que essa sugestão é impossível de cumprir em Portugal, onde não existe, nem consciência democrática nem noção de classe.
Porque se houvesse, há muito que ele não estaria em Portugal.
Esta sinistra figura da direita, de dentuça sempre arregalada, no mesmo dia, não teve VERGONHA NA CARA de instigar à manutenção da escolha eleitoral feita à direita, abanando o espectro falsário de que não vale a pena criar "instabilidade política", que o povo ganhará mais com a continuação do status quo e que, realçou, os »nossos parceiros europeus» (o colonizador) não veriam com compreensão.
O que é que faltará analisar que este comportamento é crime de traição à pátria?
Que importa se a senhora que interpelou o Marcelo e filmou com um telemóvel de 900 euros?
Este argumento é mesmo dos que falam que os ciganos querem uma casa de borla ( nunca é de borla) mas tê uma parabólica na barraca.
Um telemóvel hoje compra-se a prestações incluídas nas mensalidades da operadora. Uma parabólica é " oferecida " pelas operadoras de comunicações.
Interessa salientar, essa é a questão fundamental, a atitude do presidente perante uma mulher indignada e revoltada pelo que está a acontecer - foi isso o Guilherme Antunes salientou e bem -
Não interessa quem é a senhora, se vota no partido A, B ou C ou se nunca votou, o importante é que confrontou, com coragem, uma figura que pensa ter um estatuto de intocável e, perante as questões colocadas limitou-se a apelar ao voto noutros que não os actuais, limitou-se a pelar ao voto nos da sua família politica.

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