Provocar o medo, aterrorizar as populações é uma forma de manietar a população, colocar todos uns contra os outros, colocar as pessoas as desconfiarem de tudo e de todos e acreditarem cegamente nas instituições, no poder e na comunicação social que lhes está afecta e ao seu serviço.
E TUDO A DOENÇA VIP TRATOU
Até a gripe erradicou...
Neste mundo aonde os normais são loucos e os loucos são normais é preciso ser louco para ter a coragem de dizer o óbvio.
É preciso ser louco para ter a coragem de afirmar que tudo o que, desde meados de Março, nos tem sido mostrado pela comunicação social é falso para nos distrair das questões reais, para que não sejamos confrontados com o rosto da Medusa.
Esta notícia é de 19 de Janeiro de 2019 e dá conta que só no dia 14 de Janeiro desse ano sucumbiram ao vírus da gripe AH3, uma das estirpes mais agressivas, 500 portugueses...
Palavras para quê?...
A memória é curta e a ética também.
Mas porque cremos ser no conhecimento que reside a oportunidade para a libertação, advertimos todos aqueles que teimam em negar, em escamotear ou em ignorar o óbvio, decidindo permanecer nas trevas, que estão complacentes com a mentira e com a submissão e reduzidos à mísera condição de cúmplices ou de escravos.
“Ser louco é a única possibilidade de ser sadio neste mundo doente”
Leandro Karnal
Margarida Gomes de Oliveira
OM 34309
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17 de Outubro de 2020
Médicos pela Verdade Portugal
Mais claro do que isto não podia ser, pelo menos esta gente já não esconde os seus intentos e para isso faz tudo o que estiver ao seu alcance para concretizar os seus objectivos.
O que se está a passar no mundo e bem visível em Portugal, com os lares de idosos é o concretizar de uma politica no sentido da redução de pessoas que já não estão no activo e que são uma despesa constante para os sistemas de assistência social.
Os testes.
Uma vez que se está a testar mais logo aparecem mais casos positivos. Entre estes casos positivos estão a ser detectados outros tipos de coronavírus e isso não está ser explicado à população.
Gripe e frio causaram mais de três mil mortes no último Inverno
Rede europeia que monitoriza mortalidade atribui 3331 óbitos à gripe e 397 ao frio no Inverno passado.
É o terceiro Inverno consecutivo em que a epidemia de gripe sazonal, o frio e outros factores tiveram um efeito significativo na mortalidade em Portugal. No Inverno passado houve 2844 óbitos por todas as causas acima do esperado no país, segundo as estimativas dos responsáveis pelo Programa Nacional de Vigilância da Gripe do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (Insa), apesar de a actividade gripal ter sido de “intensidade moderada”.
Ainda assim, o excesso de mortalidade foi inferior ao verificado nos dois Invernos anteriores (3714 e 4467 óbitos óbitos acima do esperado, respectivamente).
Se todos os invernos tivessem sido aplicado metades das medidas que estão a ser impostas para o COVID 19 o numero de mortes por gripe não teria atingido os valores que mencionados acima ( valores oficiais)



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