O medo é letal, promove a paralisia das sociedades e mata mais do que qualquer vírus.
O medo de andar na rua. O medo de ir trabalhar. O medo de acorrer aos hospitais. O medo de frequentar a escola. O medo de conviver com a família, com os amigos. O medo, o medo, o medo de tudo porque os podere e a comunicação social, deplorável, se encarregam de diariamente inculcar esse medo na população.
Há um processo paulatino de estupidificação das pessoas, de instrumentalização da ciência, de infantilização da população.
"Impuseram-se regras completamente agressivas e muito mal explicadas.
Em vez de educação para a saúde incentiva-se nas pessoas um moralismo culpabilizante - usto não é educação, é maldade. As pessoas acham que quando veem alguém com um comportamento fora da caixa, porque estão cheias de medo, acham-se com autoridade de julgarem ou fazerem juízos de valor acerca do outro. Isto cia fragmentação com consequências nefastas a médio e longo prazo.
As crianças e jovens veem os adultos, que são o seu exemplo, a serem assim e isto tem reflexos no futuro.
Que sociedade criamos para o futuro?
Vamos ser velhos e vão ser essas crianças, esses jovens que vão tomar conta de nós sem qualquer tipo de compaixão, sem qualquer tipo de tolerância."(1)
Que sentido faz andarmos todos mascarados na rua?, que sentido faz jardins interditos aos cidadãos para usufruírem do ar livre ?que sentido faz fecharem praias com extensões enormes de areal onde as pessoas podem usufruir do sol, do mar, da brisa purificadora que vem do oceano?
Qual o objectivo de confinar, fechar, enclausurar pessoas saudáveis semanas e meses em casas minúsculas sem condições de salubridade e de distanciamento entre físico entre elas?
Todos esperam o "milagre" das vacinas quando temos exemplos do passado onde as vacinas mataram e, se não mataram mais foi porque foram detectados os erros a tempo de evitar uma calamidade. A pressa de fabricar vacinas tem mais a ver com o previsível lucro, que sempre os mesmo, possam obter do que com a saúde e o bem estar da população.
"VIVER É UM MARAVILHOSO RISCO QUE VALE A PENA SER VIVIDO"(1)
Os lares, locais onde estão os cidadãos mais vulneráveis, desde os primeiros dias até agora, foram sempre negligenciados pelos poder politico, pelos organismos responsáveis e pelo proprietários desasas mesmas instituições.
A propaganda, que não passou disso meso, de propaganda não corresponde à realidade objectiva. Pode ler-se agora no artigo abaixo( covid 19) que as equipas/ brigadas de intervenção rápida para os lares não passam de brigadas de limpeza, higiene e alimentação, algum apoio de saúde por parte de enfermeiros e psicólogas mas os médicos estão a recusar a proposta.
(1)Drª Maria Margarida Oliveira

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