FULANO ABANDONOU O PCP...
O PCP é o «espaço» dos Comunistas portugueses.
Não conheço outro.
Ser Comunista é lutar por um mundo melhor, mais fraterno, mais justo, mais solidário, é aderir aos princípios e objectivos do Manifesto de 21 de Fevereiro de 1848.
Ser Comunista é ser essencialmente humano, ser tão humano, ser infinitamente humano.
Ser Comunista é desenvolver ao máximo a sensibilidade até se sentir angustiado quando alguém sofre, é estar do lado desse que sofre, apoiá-lo, segurá-lo e defendê-lo.
Ser Comunista é mais do que olhar junto na mesma direcção. É olharmos uns para os outros e pelos outros.
Ser Comunista é o exercício da solidariedade continuada.
Ser Comunista não é um delírio abstracto, é um acto concreto.
Ser Comunista é ser amigo, aceitar o outro com todos os seus defeitos, sentir-se responsável pelo seu bem-estar, estar presente quando o outro precisa, ensiná-lo, trazê-lo para que seja também Comunista... mas se o não for, continuará a ser amigo.
Um Comunista é alguém que está sempre lá para o outro, para lhe dar as mãos quando mais precisa.
Ser Comunista no PCP é lutar por um ideal humanista dentro e fora do PCP.
Ser Comunista é errar, reconhecer os erros, aprender com os erros, corrigi-los para, a cada dia que passa, ser mais Comunista.
Ser Comunista é aprender, aprender, aprender sempre.
Ser Comunista no PCP também é assumir a liberdade de não concordar dentro do Partido, de o afirmar, de debater, de expor e defender ideias até à exaustão, de criticar, criticar, criticar, de convencer e ser convencido, mas de assumir sempre a posição colectiva na defesa do bem-estar de todos os povos do mundo.
Ser Comunista é ser humilde.
Ser Comunista é ser solidário. Não é ser solidário abstractamente com os povos do mundo, é ser solidário com o vizinho que conhecemos, com o sofredor que encontramos, olhos-nos-olhos.
Só assim aprenderemos a concretizar o abstracto de ser solidário com todos os povos do mundo.
Só assim aprendemos e integramos o internacionalismo proletário.
Ser Comunista no PCP é lutar no e por um Partido que hoje é diferente do que foi ontem, que amanhã será diferente do que é hoje, porque ser Comunista é uma dinâmica permanente de transformação, de retransformação e de reconfiguração da luta que travamos assente num conjunto básico dos princípios, ideais e objectivos definidos no Manifesto de 21 de Fevereiro de 1848.
Ser Comunista no PCP é ter asas para voar como uma águia, porque as águias podem voar baixo, mas os abutres nunca voam tão alto como as águias.
É voar cada vez mais alto... “e dizê-lo cantando a toda a gente”.
É ter um sonho que comanda a vida, é transformar o sonho em realidade, em casa, na escola, na fábrica, no campo, no mar, no trabalho, na rua... porque, onde houver um Comunista não há apenas um sonho, há a transformação desse sonho numa realidade.
Ser Comunista não é ter um sonho de futuro longínquo, não é ter um sonho de utopia, é ter um sonho urgente, tangível, é ter um sonho para hoje, para amanhã e para depois de amanhã, um sonho que se concretiza hoje, amanhã e depois de amanhã.
E desenganem-se os que julgam que somos poucos. Somos milhões e milhões na terra inteira que lutamos e concretizamos os ideais que transporta a bandeira vermelha que nos une – a união dos operários e camponeses, o martelo e a foice, a união de todos os povos do Planeta, a estrela de cinco pontas do Internacionalismo Proletário.
Ser Comunista fora do PCP, não sei o que é!
Certamente não será “Ser Comunista”!
LV
O PCP é o «espaço» dos Comunistas portugueses.
Não conheço outro.
Ser Comunista é lutar por um mundo melhor, mais fraterno, mais justo, mais solidário, é aderir aos princípios e objectivos do Manifesto de 21 de Fevereiro de 1848.
Ser Comunista é ser essencialmente humano, ser tão humano, ser infinitamente humano.
Ser Comunista é desenvolver ao máximo a sensibilidade até se sentir angustiado quando alguém sofre, é estar do lado desse que sofre, apoiá-lo, segurá-lo e defendê-lo.
Ser Comunista é mais do que olhar junto na mesma direcção. É olharmos uns para os outros e pelos outros.
Ser Comunista é o exercício da solidariedade continuada.
Ser Comunista não é um delírio abstracto, é um acto concreto.
Ser Comunista é ser amigo, aceitar o outro com todos os seus defeitos, sentir-se responsável pelo seu bem-estar, estar presente quando o outro precisa, ensiná-lo, trazê-lo para que seja também Comunista... mas se o não for, continuará a ser amigo.
Um Comunista é alguém que está sempre lá para o outro, para lhe dar as mãos quando mais precisa.
Ser Comunista no PCP é lutar por um ideal humanista dentro e fora do PCP.
Ser Comunista é errar, reconhecer os erros, aprender com os erros, corrigi-los para, a cada dia que passa, ser mais Comunista.
Ser Comunista é aprender, aprender, aprender sempre.
Ser Comunista no PCP também é assumir a liberdade de não concordar dentro do Partido, de o afirmar, de debater, de expor e defender ideias até à exaustão, de criticar, criticar, criticar, de convencer e ser convencido, mas de assumir sempre a posição colectiva na defesa do bem-estar de todos os povos do mundo.
Ser Comunista é ser humilde.
Ser Comunista é ser solidário. Não é ser solidário abstractamente com os povos do mundo, é ser solidário com o vizinho que conhecemos, com o sofredor que encontramos, olhos-nos-olhos.
Só assim aprenderemos a concretizar o abstracto de ser solidário com todos os povos do mundo.
Só assim aprendemos e integramos o internacionalismo proletário.
Ser Comunista no PCP é lutar no e por um Partido que hoje é diferente do que foi ontem, que amanhã será diferente do que é hoje, porque ser Comunista é uma dinâmica permanente de transformação, de retransformação e de reconfiguração da luta que travamos assente num conjunto básico dos princípios, ideais e objectivos definidos no Manifesto de 21 de Fevereiro de 1848.
Ser Comunista no PCP é ter asas para voar como uma águia, porque as águias podem voar baixo, mas os abutres nunca voam tão alto como as águias.
É voar cada vez mais alto... “e dizê-lo cantando a toda a gente”.
É ter um sonho que comanda a vida, é transformar o sonho em realidade, em casa, na escola, na fábrica, no campo, no mar, no trabalho, na rua... porque, onde houver um Comunista não há apenas um sonho, há a transformação desse sonho numa realidade.
Ser Comunista não é ter um sonho de futuro longínquo, não é ter um sonho de utopia, é ter um sonho urgente, tangível, é ter um sonho para hoje, para amanhã e para depois de amanhã, um sonho que se concretiza hoje, amanhã e depois de amanhã.
E desenganem-se os que julgam que somos poucos. Somos milhões e milhões na terra inteira que lutamos e concretizamos os ideais que transporta a bandeira vermelha que nos une – a união dos operários e camponeses, o martelo e a foice, a união de todos os povos do Planeta, a estrela de cinco pontas do Internacionalismo Proletário.
Ser Comunista fora do PCP, não sei o que é!
Certamente não será “Ser Comunista”!
LV

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