É um texto de 2018, longo, mas creio que sempre actual...
É um texto de 2018, longo, mas creio que sempre actual...
A 22 de MAIO.
Ora aqui temos teorias da conspiração
lololol
O texto foi traduzido de um video( aqui
eliminado) feito por jornalistas de investigação franceses, contem FACTOS
facilmente comprováveis.
...
"O génio, o multimilionário, o
filantropo, sente-se responsável do destino dos seus semelhantes.
" Seus semelhantes" é o termo
q ele utiliza para falar dos inferiores, q não ele, mas q têm semelhanças com
ele.
Ele diz ter previsto esta pandemia,
porém ele apenas quis por em prática o ensaio; " evento 201" ( no
youtube pra quem quiser ver) e julga-se, por isso, melhor que ninguém saber
como resolver...
Ainda assim, encontrou alguns
obstáculos, tais como D.Trump, o populismo, a cloroquina, ou simplesmente, algo
q se chama de liberdade.
Bill Gates vem de uma família abastada,
o pai Advogada, já estava conectado à Elite e à fundação Rockfellers.
Bill, poderíamos dizer, é a continuação
dos Rockfellers.
A sua vida mudou quando entrou na
Universidade de Harvard.
Aí conheceu as pessoas q mudariam a sua
vida e um trio mágico cria a Microsoft...
Em 10 anos, sorte ou malabarismo, a
Microsoft/windows é n°1 no mercado.
Sabe-se q a Microsoft trabalhou com a
NSA - Agência Nacional de Segurança Americana num programa de vigilância de
nome " PRISMA"
Estas colaborações entre NSA e grandes
multinacionais, como a IBM, não são novidade e já acontecem desde os anos 70 .
Portanto podemos concluir q o nosso amigo Bill Gates foi recrutado pelo
complexo militar/industrial, assim como Mark Zuckerberg, aliás, q tb esteve em
Havard e ambos fizeram exactamente o mesmo percurso.
E assim se deu de um dia para o outro,
uma explosão tecnológica/comercial q lhes permitiu conquistar mto poder, muita
influência.
E Bill, aparece multimilionário, uma figura de sucesso do capitalismo americano, o símbolo da sociedade de consumo,
até que, nos anos 90, o multimilionário vai longe demais, com o seu modelo
económico neoliberal, de globalização financeira, este sistema de domínio
comercial, não agrada a todos e as queixas de abuso de posição e de poder, de
monopólio, no caso bem conhecido, em q obrigava a adquirir o seu programa:
"windows" junto com o compra de um computador...e os processos multiplicaram-se
contra a Microsoft.
Depois dos anos 2000, Bill Gates muda a sua
imagem, deixa o comando da Microsoft para se dedicar a filantropia e cria a
"Fundação Bill e Melinda Gates"...
Porém quem gere a fundação é um tal de
Warren Buffet, de quem nunca ninguém fala, o cérebro do Bill, e segunda consta a
terceira fortuna mundial. Tb dirigente duma das maiores sociedades de
investimento do mundo : "Berkshire Hathaway" e aquilo q nunca se diz,
é q o Bill faz parte dessa sociedade q investe, na coca-cola, no petróleo, IBM,
Heinz, Duracell, junk food em geral, nos bancos, American Express, etc. Este
Sr. Buffet é apoiante de Hillary Clinton, por exemplo e tb do Estado de
Israel...
A Fundação Bill e Melinda Gates, tem
pretensões filantrópicas em assuntos de saúde, de educação, de luta contra a
pobreza relacionado com a agricultura. Esta fundação, com os seus orçamentos
faraónicos, permitiu a Gates dominar alguns países pobres, nomeadamente em
África e Gates tornou-se mais importante q alguns chefes de Estado. Impõe a sua
visão, influência nos investimentos desses países. Com a sua visão, pretende
implementar a agricultura química, a biotecnologia. Financia e orienta para a
agricultura de AGM's ( alimentos modificados geneticamente) de onde está
estreitamente ligado à Monsanto, mas q ninguém divulga.
A sua visão do mundo tecnológico,
tecnocrática, malthusiana e de eugenia q o levam a defender ou melhor impor as
suas diversas causas... entre as quais a vacinação...
A sua fundação financia as suas nobres
causas, através dos rendimentos de um fundo, fundo esse q investe, no
armamento, petróleo, coca-cola, a junk food, etc
Este sistema " filantrópico"
permite-lhe ter muita influência e estimular o crescimento dos seus parceiros, da
bolsa e das multinacionais...
É financiador principal da OMS e da
"Johns Hopkins" q está ligada a um escândalo e foi condenada pelos
tribunais por ter feito ensaios terapêuticos em dezenas e dezenas de crianças
cobaias, mas q ninguém fala.
Estas duas organizações internacionais
são oficialmente quem mais propagam a psicose do corona vírus, divulgando
diariamente números estatísticos e recomendações, para seus
"prostitutos" da midia
Assim nos vendem, a psicose, a doença e
os remédios...
Finalmente, Bill Gates é apenas o boneco
da Nova Ordem Mundial, a quem foi proporcionado todos os meios para crescer, à
semelhança de outros, para mascarar a verdadeira oligarquia. Portanto útil,
serve para fazer o trabalho, impor.. mas q pode tb catalisar uma revolta, pq se
o povo se revolta, será contra o Mauzão do Bill Gates, mas q no fundo, não
passa tb de uma marionete desta Nova Ordem Mundial.."
O LABORATÓRIO DE WUHAN
O laboratório biológico chinês em Wuhan
é propriedade da GlaxoSmithKline!
Que, por acaso, criou parceria com
Pfizer em Agosto de 2019! (aquele que produz a vacina!)
Que, por acaso, é administrado pelas
finanças do Black Rock.
Quem, por acaso, administra as finanças
da Open Foundation Company (SOROS FOUNDATION)!
Que, por acaso, atende á francesa AXA!
Coincidentemente, esta é dona da empresa
alemã Winterthur.
Quem, por acaso, construiu o laboratório
chinês em Wuhan!
Comprado acidentalmente pelos alemães da
Allianz.
Que, aliás, tem a Vanguard como
acionista.
Que é acionista da Black Rock.
Que controla os bancos centrais e
administra cerca de UM TERÇO do capital de investimento global.
Que, aliás, é um dos principais
acionistas da MICROSOFT,
Propriedade de quem? BILL GATES, que só
por acaso é acionista da PFIZER (que vende a milagrosa VACINA) e atualmente é o
primeiro patrocinador da OMS, visto que Donald Trump deixou de financiar esta
organização criminosa já há algum tempo, sendo os USA os principais
financiadores da OMS.
Teorias?
Por cá deveriam, desde já, começar a formar assistentes que, a curto prazo, desempenhem as funções de assistentes das personalidades, da nossa terra, quando vão às tribunas fazer seus discursos.
Uns é até que a morte os leve, outros até à queda fatal e os que já não têm noção do ridículo a que chagaram.
Bréjnev: a degeneração acelera-se
Depois chegou Bréjnev. Alguns comunistas pensaram que ele se tinha distanciado pessoalmente dos erros mais flagrantes de Khruchov. A análise dos quatro congressos realizados sob a sua presidência não confirma esta opinião. Nikita Khruchov tinha proclamado três temas chave: o fim da luta de classes, um Estado de todo o povo, a defesa da burocracia privilegiada. Bréjnev continuou por este caminho. Apresentou ao público imagens brilhantes de uma sociedade sem classes, que ocultava uma crescente diferenciação de classes e estratos sociais. Aplaudiu «a eliminação do fosso entre classes e grupos sociais». «A nossa intelligentsia considera ser seu dever dedicar toda a sua energia criativa à construção da sociedade comunista.» Dizia isto apesar de nesse momento uma parte importante desta intelligentsia já estar completamente despolitizada e fascinada pelo Ocidente. Nos sonhos de Bréjnev, não eram só as diferenças de classe que desapareciam, mas também as distinções entre nacionalidades. Bréjnev inventou a noção de «povo soviético», segundo a qual as classes e as nacionalidades teriam desaparecido sem deixar rasto. «No nosso país temos sido testemunhas da formação de uma nova comunidade histórica: o povo soviético. Novas relações harmoniosas entre classes, grupos sociais e 4 No programa do PCUS aprovado no XXII Congresso do PCUC, atrás citado, pode ler-se uma afirmação com conteúdo semelhante a esta citação não referenciada pelo autor: «Nas condições actuais, numa série de países capitalistas, a classe operária, dirigida pelo seu destacamento de vanguarda, tem a possibilidade, na base de uma frente operária e popular e de outras formas possíveis de acordos e de cooperação política com diferentes partidos e organizações sociais, de unir a maioria do povo, conquistar o poder de Estado sem guerra civil e assegurar a passagem dos principais meios de produção para as mãos do povo. Apoiandose na maioria do povo e repudiando decididamente os elementos oportunistas, incapazes de recusar a política de conciliação com os capitalistas e latifundiários, a classe operária tem a possibilidade de derrotar as forças reaccionárias e antipopulares, conquistar uma sólida maioria no parlamento, transformá-lo em instrumento ao serviço do povo trabalhador, desenvolver fora do parlamento uma ampla luta de massas, quebrar a resistência das forças reaccionárias e criar as condições necessárias para a realização pacífica da revolução socialista». Programa do PCUS, XXII Congresso do Partido Comunista da União Soviética, 17- 31 de Outubro de 1961, ed. cit., t. 3, pp. 256-257. (N. Ed.) 7 entre nações e nacionalidades surgiram do trabalho comum.» Com Bréjnev, o marxismo-leninismo transformou-se de ciência da luta de classes em ideologia. Por «ideologia» entendemos aqui a falsa consciência que representa os interesses de um grupo privilegiado separado dos trabalhadores. Nunca naqueles quatro congressos, Bréjnev abordou a realidade viva das diferentes classes, estratos sociais e forças políticas, com vista a definir algumas orientações de luta ou de mobilização. Sob o regime de Bréjnev, a elite burocrática entrincheirou-se quase completamente. O brejnevismo assegurou o conforto à nova classe burguesa. Um dos partidários de Khruchov, Jaurés Medvédiev, escreveu: «Na época de Stáline, os dirigentes do Partido sentiam mais a potencial ameaça do aparelho de segurança do que os cidadãos comuns.» E acrescenta: «Bréjnev não era um verdadeiro líder em 1964. Era mais o representante da burocracia, que procurava uma vida fácil com privilégios crescentes e garantidos. O seu eleitorado era a elite burocrática. Neste aspecto, Bréjnev também mudou o sistema porque, mais do que qualquer outro, criou as condições propícias para a expansão de uma autêntica elite privilegiada, uma autêntica nomenklatura.» Com uma vida confortável assegurada, os membros da elite não se contentaram com os seus rendimentos legais. «A estabilidade garantida à elite teve um outro efeito negativo. A corrupção dos funcionários desenvolveu-se rapidamente em todos os níveis. A disciplina do partido diminuiu, o nepotismo tornou-se uma prática corrente e o prestígio ideológico e administrativo do Partido foi conspurcado. A grande corrupção dos altos funcionários soviéticos tornou-se numa espécie de “doença profissional”. A distinção entre propriedade pública e privada deixou de ser respeitada.» Longe de denunciar os erros de Khruchov, Bréjnev seguiu pelo mesmo caminho desastroso, tornando ainda pior o desvio revisionista. Além disso, Bréjnev imprimiu uma orientação militarista a toda a política soviética. Contava quase exclusivamente com a expansão do poder militar soviético para defender e ampliar as posições da União Soviética. «O reforço do Estado soviético pressupõe a expansão máxima da capacidade de defesa da nossa pátria». Congratulou-se com «o equilíbrio militar e estratégico atingido pela URSS e pelos Estados Unidos.» O caminho para a «paridade militar e nuclear» com o complexo militar-industrial ocidental não era praticável e era destrutivo para um país socialista. Estando já no Museu da História a mobilização das massas, a continuação da luta de classes e a educação revolucionária, Bréjnev optou por um conceito militar digno dos seus adversários. Tudo aquilo que constituía a força de defesa do socialismo na época de Stáline desapareceu. O esforço militar desproporcionado minou por completo a economia civil da União Soviética. Efectivamente, através dos efeitos combinados do revisionismo e do hegemonismo, Bréjnev arruinou o movimento comunista internacional. Em 1966 «excomungou» a China e a Albânia, acusando estes países de «stalinismo» e de «desvios esquerdistas», porque tinham manifestado a sua desaprovação ao revisionismo de Khruchov. Três anos mais tarde, Bréjnev transformou a política de confrontação com a China num conflito armado. Intoxicados com as «novas ideias» de Khruchov, numerosos partidos comunistas inclinaram-se para a reconciliação com a burguesia nos seus próprios países, provocando a ulterior desintegração do movimento comunista internacional. Nos países socialistas da Europa de Leste, Dubcek e outros da sua laia propuseram a liquidação dos últimos vestígios da ditadura do proletariado e a introdução do sistema social-democrata burguês. Os partidos que recusaram aceitar o modelo soviético como a única referência e que se opuseram aos ditames e à intervenção soviética foram marginalizados por Bréjnev pelo seu «nacionalismo» e «anti-sovietismo». Finalmente só 8 restaram aqueles que mostravam uma lealdade incondicional à URSS. Bréjnev chamoulhes «autênticos marxistas-leninistas». Dado que o revisionismo corroía as bases do socialismo na Europa de Leste, Bréjnev teve de recorrer ao controlo militar para manter a aparência de unidade no seu campo. Proclamou então: «As fronteiras da comunidade socialista são invioláveis e inexpugnáveis. A irmandade dos países socialistas unidos é a melhor defesa contra as forças que tentam atacar e enfraquecer o campo socialista. Sob qualquer ponto de vista, a União Soviética demonstra deste modo a sua lealdade ao internacionalismo proletário.» Mas a sua interferência e tendência crescente para o controlo directo desgastaram este socialismo enfermo. A teoria de «defender a União Soviética como a melhor protecção do socialismo» era um fiasco. A melhor defesa do socialismo será sempre a mobilização dos trabalhadores, o desenvolvimento da sua consciência, o seu esforço independente para defender o seu poder. Nesta base, um país socialista pode pedir ajuda a outra nação amiga, mas apenas em circunstâncias excepcionais e por um período de tempo limitado. Assim fez por exemplo a República Democrática da Coreia quando foi atacada pelo exército norte-americano em 1950. A «revolução mundial», tal como era vista por Bréjnev, consistia essencialmente no alargamento da influência soviética a todo o globo, seguindo o modelo da Europa de Leste. Bréjnev negou que o socialismo mundial nasceria da mistura de diferentes experiências revolucionárias nacionais. Não reconheceu o facto de que os partidos revolucionários têm de estar ancorados na realidade específica do seu país, que devem mobilizar as amplas massas para a luta revolucionária e que têm de esmagar o imperialismo e a reacção local. Bréjnev rejeitou a ideia de que só as massas populares armadas podem constituir um baluarte eficaz contra o imperialismo e a reacção. Continuou a enganar os povos do Terceiro Mundo apresentando o Exército Soviético como o garante da sua liberdade. Bréjnev: «O socialismo é a melhor defesa dos povos que lutam pela sua libertação e independência.» Sob a liderança de Bréjnev, a União Soviética apoiou reformistas (Chile), putchistas e aventureiros (Etiópia, Afeganistão), bem como militaristas (Egipto, Síria), os quais apresentava invariavelmente como artesãos da revolução socialista. Como a União Soviética estava do «seu lado» e o seu exército «constituía a melhor defesa da sua liberdade», Bréjnev interveio em vários países para manter as forças reformistas pró-soviéticas no poder. Esta política aventureira atingiu o auge com as invasões do Kampuchea e do Afeganistão.