quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Festa do Avante


Claro que tinha que fazer um post sobre a
.A primeira vez que fui tinha 14 anos. Fui com os meus pais, ver o Sérgio Godinho e o Jorge Palma. Mudou a minha vida. Não é uma hipérbole.Dois anos depois, numa aula de inglês do British Council, a professora inglesa, que era toda prá frentex, perguntou-nos se já tínhamos ido a algum festival de verão. Eu respondi "mais ou menos" e ela perguntou como é que se podia "mais ou menos" ir a um festival de verão, achando que eu estava a mentir só para não ser o único que não tinha ido e impressionar as miúdas. Eu disse-lhe que tinha ido à Festa do Avante, que não era bem um festival de verão.Só hoje, 20 anos depois, com todos os ataques à sua realização, percebo PROFUNDAMENTE o quão o Avante! não é um festival de verão.Ao realizar a Festa do Avante adaptada para o mundo pós-Covid, o PCP está a materializar a sua missão para o presente, que é o mundo Covid-19. O PCP é um partido que materializa o que defende, em vez de apenas formular ideias discursivamente, e isso diz-me muito pois sou produtor de filmes. Para mim só existe o que é materializado. A minha mãe ensinou-me que não interessa o que se diz, interessa o que se faz.Ao realizar um evento para 100 mil pessoas cumprindo as regras da DGS para o mundo pós-Covid, o PCP está a apontar o caminho através de um feito de um alcance extraordinário e para o futuro.O que o PCP está a fazer é a ser a vanguarda do que serão os eventos possivelmente para o resto da nossa vida. Muita gente acha que em 2021 o mundo voltará ao normal. Mas vem aí a segunda vaga e possivelmente o resto da vida teremos de usar máscaras, como desde a chegada do vírus da SIDA passámos a ter que usar máscaras noutro sítio.O que o PCP está a fazer ao fazer isto é demonstrar-nos que é possível continuar a viver. Que apesar da SIDA podemos continuar a fazer sexo. E a demonstrar que para viver, vamos ter de nos organizar. Vamos ter de nos adaptar para podermos resistir. Vamos ter que ser ainda mais fortes e mais organizados para fazer frente a um mundo capitalista que está a destruir a natureza gerando novas prováveis pandemias e estados de excepção com maior frequência.Por isso, o que o PCP está a fazer com esta festa do Avante é futurismo. É dar-nos esperança. Se não temos esperança, desistimos de lutar. É isso que a elite que manda em nós quer. Qualquer vírus serve de desculpa.Apercebo-me que quem critica a realização da festa quase sempre não sabe a capacidade organizativa do PCP. Não foi aberta nenhuma excepção pela DGS à realização da Festa do Avante. Simplesmente o PCP consegue cumprir regras que os promotores de eventos não conseguem cumprir porque isso afetaria a sua margem de lucro. No capitalismo as coisas para darem lucro têm que ter má qualidade. Quando são feitas por amor, consegue-se aquele extra.Esta capacidade organizava foi ilustrada pelas manifestações da CGTP no no 1º de Maio de 2020. Tanta gente criticou. E afinal... ninguém ficou doente. E já toda a gente se esqueceu ... mas houve algo que ficou:O que se ganhou com a realização da manifestação do 1º de Maio? Foi a primeira manifestação da era Covid-19 em Portugal. A partir daí começaram todas as manifestações (inclusive a belíssima grande manifestação anti-racismo que foi da Alameda ao Terreiro do Paço). Foi o 1º de Maio que permitiu isso. Ganhou-se que as pessoas perderam o medo de vir para a rua manifestar-se pelos seus direitos e contra os erros de quem nos governa. Ganhou-se que aqueles que querem reprimir quem tem a ousadia de fazer coisas ficaram sem argumentos. O 1º de Maio abriu o caminho. A Festa do Avante vai abrir ainda mais.

STALIN PARA A CRISE DE SUPERPRODUÇÃO

STALIN PARA A CRISE DE SUPERPRODUÇÃO
(EXCLUSÃO DE: J.W. STALIN, ′′ RECHENSCHAFTSBERICHT POLITISCHER NO XVI. PARTE ", 1930, SW 12, p. 213-215)
Onde está a causa da crise, em que está fundamentada, como combater, como eliminar? As ′′ teorias ′′ mais variadas da crise são sofisticadas. Propõem-se projetos inteiros para ′′ alívio ", ′′ prevenção ", ′′ liquidação ′′ da crise. ...
É claro que todas essas ′′ teorias ′′ e projetos científicos não têm nada em comum. É preciso constatar que os economistas cívicos se revelaram totalmente falidos face à crise. Mais ainda, eles faltam, até mesmo aquele mínimo de senso de realidade que nem sempre se pode negar aos seus antecessores. Esses senhores esquecem que as crises não podem ser consideradas como uma aparência aleatória no sistema da economia capitalista. Esses senhores esquecem que as crises econômicas são um resultado inevitável do capitalismo. Esses senhores esquecem que as crises nasceram juntamente com o reinado do capitalismo. Há mais de cem anos que surgem crises económicas periódicas que se repetem após doze, dez, oito e menos anos. Desde essa época, governos cívicos de todas as fileiras e cores, personalidades cívicas de todos os degraus e calibre, todos sem exceção tentaram suas forças no problema da ′′ prevenção ′′ e ′′ eliminação ′′ das crises. Todos eles mas sofreram naufrágio.
Eles sofreram naufrágio porque as crises econômicas não podem ser prevenidas nem eliminadas se permanecermos no quadro do capitalismo. Então o que há de incrível em quem as personalidades cívicas de hoje também estão sofrendo naufrágio? O que há de incrível quando as medidas tomadas pelos governos cívicos não levam, na realidade, a aliviar a crise, não a aliviar a situação dos milhões de trabalhadores, mas sim a uma cadeia de nova bancarrota, a uma nova onda de desemprego, a engolir a Associações capitalistas menos fortes pelas associações capitalistas mais fortes?
A base do excesso de produção econômica, sua causa está em todo o sistema da própria economia capitalista. A base da crise reside na contradição entre o caráter social da produção e a forma capitalista de apropriação dos resultados da produção. Esta contradição fundamental do capitalismo é a contradição entre o aumento colossal da capacidade de produção do capitalismo, calculada para alcançar um lucro capitalista máximo, e a diminuição relativa da procura solvente por parte dos milhões de trabalhadores cujo nível de vida os capitalistas permanentemente nas barreiras do procurando manter o mínimo extremo. Para ganhar na competição e tirar o máximo de lucro possível, os capitalistas precisam desenvolver a técnica, racionalizar, reforçar a exploração dos trabalhadores e aumentar a capacidade produtiva das suas empresas. Para que ninguém fique atrás do outro, todos os capitalistas são obrigados a seguir de uma forma ou de outra essa via de desenvolvimento rápido das possibilidades de produção. No entanto, o mercado interno, como o mercado externo, o poder de compra de milhões de trabalhadores e agricultores, que em última instância são os principais compradores, permanecem baixos. Daí as crises de excesso de produção. Daí os conhecidos resultados, que se repetem mais ou menos periódicos, com base nos quais os bens permanecem inalterados, a produção diminui, o desemprego aumenta, os salários diminuem, agravando ainda mais a contradição entre o nível de produção e o nível da procura solvente. A crise de excesso de produção é a expressão dessa contradição em formas tempestuosas e devastadoras.
Se o capitalismo pudesse ajustar a produção não para atingir um lucro máximo, mas sim para melhorar sistematicamente a situação material das massas populares, poderia usar o lucro não para satisfazer os caprichos das classes parasitárias, não para aperfeiçoar os métodos de exploração, não para exportar capital, mas sim para sistematizar Levantando a situação material dos trabalhadores e dos agricultores, não haveria crise. Mas então até o capitalismo não seria capitalismo. Para eliminar as crises, é preciso eliminar o capitalismo.
Essa é a base das crises económicas de excesso de produção em geral.

Retirado daqui : Konrad Skanderberg

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Bielorrússia

Paulo Oisiovici
Aleksandr Grigorievitch Lukashenko é o atual presidente da Bielorrússia. Eleito pela primeira vez em 20 de julho de 1994 e com mandato até 2001, foi sendo novamente reeleito. Sua política econômica salvou o país das piores consequências do capitalismo pós-soviético. Os Estados Unidos e a União Europeia proibiram a entrega de vistos para ele e a sua família.


Lukashenko foi membro do Partido Comunista da União Soviética até a Bielorrússia e os outros estados soviéticos tornarem-se independente. Ele tem experiência militar como um jovem no exército soviético. Depois que ele se tornou o vice-presidente de uma fazenda coletiva, foi eleito como deputado no Conselho Supremo da República da Bielorrússia, em 1990, quando apoiou os esforços da linha dura para expulsar reformistas na era de Mikhail Gorbachev. Ele presidiu o comité anti-corrupção do parlamento em 1993 e concorreu à presidência nas eleições de 1994.

Em 2005, 2006 e em 2008, ele foi presidente do Conselho Interestadual da Comunidade Econômica da Eurásia.

Em 2018, a Bielorrússia ocupava a 53ª posição entre 189 países no Índice de Desenvolvimento Humano da ONU, e está no grupo dos países com "desenvolvimento muito elevado". Com um sistema de saúde eficiente, tem uma taxa de mortalidade infantil muito baixa de 2,9 (em comparação com 6,6 na Rússia ou 3,7 no Reino Unido). A taxa de médicos per capita é de 40,7 por 10.000 habitantes (26,7 na Roménia, 32 na Finlândia, 41,9 na Suécia) e a taxa de alfabetização é estimada em 99%. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o coeficiente de Gini (indicador de desigualdade) é um dos mais baixos da Europa.

Actualmente, protestos estão sendo realizados na Bielorrússia por aqueles que não querem reconhecer os resultados das eleições, que com 80% dos votos expressam a confiança do povo bielorrusso no Presidente Lukashenko.
Essas mobilizações são uma tentativa óbvia de subversão por forças lideradas pelos EUA / UE / OTAN que não querem respeitar a vontade do povo. Tal como aconteceu na Ucrânia com o Euromaidan em 2014, que conduziu ao golpe fascista no centro da Europa, estão a ser feitas tentativas para desestabilizar o país apoiando e incitando protestos do exterior.
A Bielorrússia tem a maior renda per capita de qualquer ex-república soviética, uma economia em crescimento e serviços garantidos pelo governo. Mas a grande mídia que cobre notícias sobre os protestos em Minsk quer que acreditemos que os bielorrussos preferem se tornar a nova Ucrânia, contando com a oposição de direita neonazi e pró-europeia.
Esses são os mesmos meios de comunicação que escondem as notícias e não dizem nada sobre as evidências de apoio financeiro aos organizadores do protesto por parte de agências associadas ao Departamento de Estado dos EUA, como o NED.

Por estas razões, o Partido Comunista Italiano apela à máxima vigilância, uma vez que uma situação já grave pode rapidamente transformar-se em caos, e comunica com o governo italiano para não juntar as vozes daqueles que gostariam de mergulhar a Bielorrússia no caos, pondo assim em perigo a paz no coração da Europa ...


Comentário do Departamento Internacional do Partido Comunista Italiano (Partido Comunista Italiano, PCI)

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Você está em:Home»Saúde»Médicos da Espanha denunciam possível fraude mundial e questionam “pandemia” Foto: Tribuna Diária Médicos da Espanha denunciam possível fraude mundial e questionam “pandemia”

Antonio Gil.

Sinais cada vez mais frequentes: a narrativa inicial começa a ser questionada em todo o mundo. Será um lento despertar, como já disse, baseando-me em escritos alheios: a loucura colectiva espalha-se como fogo em palha seca. O retorno ao bom senso é mais lento, faz-se pessoa a pessoa, consciência a consciência. Quando a austeridade chegar, talvez o processo se acelere um pouco, mas só um pouco.


São estas as conclusões de uma reunião que congregou cerca de 400 médicos:

Na sequência, as conclusões que foram destacadas são estas:

1 – Máscaras não são recomendadas.
2 – O confinamento de pessoas saudáveis ​​não é recomendado.
3 – Os testes não são confiáveis, portanto, nem as estatísticas de infectados.
4 – O número de mortes também não é confiável porque, embora os pacientes tenham coronavírus, eles geralmente morrem por outras patologias.
5 – Milhares de pessoas morreram devido aos tratamentos equivocados recomendados pela OMS, principalmente no início.
6 – Após autópsias na Itália, soube-se que eles morreram de coágulos e inflamação pulmonar, portanto, são recomendados anticoagulantes e anti-inflamatórios.
7 – Embora a OMS não admita, tecnicamente agora a epidemia acabou porque a mortalidade caiu drasticamente.
8 – O único estudo para avaliar as vacinas contra gripe e coronavírus é um estudo do Pentágono dos EUA em 2020 que constatou que a vacina contra a gripe AUMENTA os riscos de coronavírus em 36 %.
9 – Mensagem dos médicos para a verdade
10 – A opinião médica não está sendo ouvida.
11 – Não somos negadores e reconhecemos a doença.
12 – A curva de epidemia, contágio e mortalidade caiu drasticamente.
13 – Os médicos opinam com rigor científico, documentação e fazemos isso dando nosso nome e sobrenome.
14 – O dogmatismo é típico da Idade Média, temos que superar esse estágio e questionar tudo para que a ciência avance.
15 – A transmissão ocorre apenas por espirros e tosse de uma pessoa com sintomas, não pelo ar, objetos, água, fala ou ar condicionado.
16 – Portanto, o uso permanente de luvas ou tiras de queixo não é recomendado, pois estão causando outras doenças respiratórias e da pele.
17 – O uso permanente de uma máscara produz doenças nas vias respiratórias superior e inferior, auto-contaminação, proliferação de microrganismos, pneumonia.
18 – O isolamento geral da população saudável não é necessário, pois na história da medicina sempre foi isolado com bons critérios seletivos apenas para os doentes.
19 – Muitas pessoas morrem por não terem os cuidados médicos corretos. Isso piora ainda mais a imagem, mantendo-os isolados por vários meses, situação imunossupressora.
20 – A OMS teve uma divulgação totalmente irresponsável de informações, divulgando estudos científicos não comprovados, eticamente proibidos.
21 – Os números divulgados confundem totalmente a população mundial. Não parece o mesmo dizer que 500 pessoas morreram do que dizer que 0,0001 de um país morreu.
22 – O dióxido de cloro tem uma tolerância muito boa, existem muitos depoimentos de médicos e pacientes que revelam uma grande melhoria na saúde, além de um amplo efeito anti-infeccioso para vírus, bactérias, fungos e parasitas. A Bolívia já autorizou oficialmente seu uso e, na Espanha, solicitamos que seja iniciado um estudo oficial para permitir seu uso.
23 – A hidroxicloroquina tem bons efeitos terapêuticos, mas não é um retroviral e possui muitos efeitos colaterais adversos, principalmente cardíacos.


24 – Devido ao manejo incorreto da situação na gestão da saúde, muitas situações graves de saúde foram causadas desnecessariamente, em muitos casos levando à morte, devido à falta de atenção médica na população, que poderia ter sido fornecida sem problemas.
25 – Os testes de PCR não detectam vírus infecciosos, mas detectam parte do material genético, mas podem ser de vírus de anos anteriores ou restos virais de vacinas contra influenza.
26 – 95% dos contaminados não apresentam a doença, embora a PCR tenha testado positivo, eles são pessoas assintomáticas.
27 – Pessoas assintomáticas não estão doentes nem são contagiosas.
28 – A situação é agravada pelo fato de os trabalhadores da saúde não receberem os elementos básicos de proteção.
29 – É importante esclarecer que a maioria dos médicos que morreram tinha outras doenças anteriores, principalmente cardiovasculares,
30 – O mesmo aconteceu com o resto das vítimas fatais, 93% tinham mais de 80 anos e apenas 5% foram tratados.
31 – Não é um vírus letal em si, como o Ebola ou o patógeno do antraz. Porém, pode agravar uma situação anterior de doença, se houver falta de atenção médica correta, podendo levar à morte a morte.
32 – As vacinas precisam de anos de pesquisa em várias fases. Não é necessário sair de forma imediata e irresponsável com uma vacina de emergência para um vírus não letal.
33 – Ao contrário do que está sendo feito, precisamos fortalecer nosso próprio sistema imunológico com os rios e praias abertos, ao ar livre, com alegria e sem o medo causado pelas medidas sanitárias erradas.
34 – Finalmente, os médicos pedem à imprensa e às autoridades governamentais responsabilidade e consciência. (sic)

Médicos da Espanha denunciam possível fraude mundial e questionam “pandemia”
Ler artigo aqui:

No mundo entre Outubro e Fevereiro cerca de 15% da população é infectada com gripe sazonal. São cerca de 5 milhões de casos graves por ano. Entre 250 mil e 500 mil pessoas morrem no mundo devido à gripe sazonal.
Segundo a OMS mais de 60 mil pessoas morrem todos os anos na Europa por gripe sazonal.

A cada minuto morrem no mundo 15 crianças com fome. E em cada minuto gastam-se 3 milhões de dólares  na industria de armamento que é uma fábrica de morte. 

Mosteiro de Alcobaça – Um Outro Olhar!


Mosteiro de Alcobaça – sangue suor e lágrimas

O Mosteiro de Alcobaça começou a ser construído em 1178 e augurado (p a igreja) em 1252.
Os monges mudaram para a Nova Abadia em 1223.
Entre 1178 e 1240 foram construídas: A igreja e o primeiro claustro – construídos em estilo pré-gótico.
No século XVII e XVIII foi construído o claustro do Rachadouro (onde hoje estão em curso obras para uma pousada – grupo Visabeira.
D. Afonso Henriques, primeiro Rei de Portugal, foi obrigado a legislar vários privilégios para a igreja, com vista ao reconhecimento da independência de Portugal. Doa 40 mil hectares em Alcobaça à Ordem de Cister – depois disso o para, Alexandre III, legitima o primeiro monarca português.
O mosteiro, todo ele construído para o encontro com o divino, estilo gótico onde se prolonga em altura, fendas para a passagem da luz, aberturas com vitrais, arcos Botantes.
Nos 74 anos que durou a construção do mosteiro centenas de homens e mulheres trabalharam arduamente para que se tornasse realidade. Duas ou três gerações nasceram e morreram a construir o Mosteiro. Miseravelmente remunerados vivam e trabalhavam lá para os lados de Chiqueda, onde das entranhas da terra arrancavam, a poder de braços e ferramentas rudimentares, os pedaços de pedra que depois de trabalhadas deram origem à imponente obra que ainda hoje pode ser comtemplada em todo os eu esplendor.
O encontro com o divino, se ele existisse, teria sido feito pelos operários que lá no alto colocavam as pedras trabalhadas que viriam a sustentar os tectos trabalhados por mãos hábeis e calejadas.
Em Chiqueda os mestres e seus ajudantes e aprendizes davam forma às pedras, nas quais colocavam a sua marca para posterior identificação e respectivo pagamento, carregavam-nas em carros puxados por bois que de tanto fazerem o tajecto iam e vinham sozinhos sem ninguém a conduzi-los.
Com um olhar atento e retrospetivo podemos imaginar o suor derramado, ao longo de 74 anos, pelos operários que deram vida a tão imponente obra.
No Mosteiro existem túmulos de reis e rainhas, estátuas de santos mas nem a mínima referência aos que trabalharam arduamente, às vidas desfeitas e perdidas que construíram aquele que viria ser a casa dos Moges de Cister.
Os Monges criaram aqui as primeiras escolas públicas (públicas não de acesso geral, mas que preparavam os noviços para o ingresso na Ordem de Cister). Existiam aqui os Monges copistas, que passavam os dias copiando os livros sagrados, tendo sido substituídos no século XVI com a entrada da imprensa no Mosteiro.
No Mosteiro os Monges dividiam-se entre os cujo labor era essencialmente espiritual “os Moges Brancos” que ocupavam um lugar especial na Igreja e nunca saiam do convento, dedicavam-se ao estudo e oração.
Os Moges “Conversos” em maior número que os Moges do Coro, viviam humildemente, vestiam-se miseravelmente, contentavam-se com a comida dos pobres. Foram eles que fizeram afortuna da Ordem.
Os Monges “Conversos” exploravam os domínios, trabalhavam na granja como carroceiros, vaqueiros, sapateiro, ferreiros, vinhateiros, etc.
Na entrada da sala do capítulo existe um túmulo que, segundo o que consta, ser o de um abade cuja vida não terá sido “exemplar” e, como castigo, foi enterrado na entrada, para que os seus irmãos, numa suprema humilhação, pisassem a sua sepultura.


sábado, 8 de agosto de 2020

Total de óbitos em Portugal 2020

Mais 26% de mortes em julho (e só 1,5% com Covid-19)

Morreram 10.390 pessoas em Portugal em julho, o valor mais alto num mês comparável nos últimos 12 anos e mais 26% do que em julho de 2019. E só 159 destas mortes, ou seja, 1,5%, se deveu a Covid-19

Total de óbitos em Portugal 2020
Covid 19 Total
Março 160 10458
Abril 829 9597
Maio 421 9167
Junho 166 8386
Julho 159 10231
Este ano o número de mortes por outras doenças, retirando os óbitos por covid 19, cifra-se em 75653. De Março  a Julho foram 60 000 as pessoas falecidas por doenças várias, sendo que muitas faleceram por falta de cuidados médicos adequados.


A análise dos dados mensais da mortalidade mostra que foi a partir de março que os valores de 2020 se revelam tendencialmente acima dos valores médios. No primeiro trimestre do ano, os valores de 2020 estiveram 1.9% acima da média registada entre 2009 e 2019 e no segundo trimestre estiveram 13.8% acima daquele valor.
Ler aqui:

Morreram 10.390 pessoas em Portugal em julho, o valor mais alto num mês comparável nos últimos 12 anos e mais 26% do que em julho de 2019. As contas são feitas pelo jornal Público, esta terça-feira, a partir dos dados que existem no sistema nacional de Vigilância da Mortalidade (eVM) – dados que, se forem cruzados com as 159 mortes com Covid-19 em julho, permitem constatar que só 1,5% das mortes terão tido como causa direta o novo coronavírus.


Noticia aqui:

Anda um novo vírus à solta

Se o ridículo matasse ...


Na passada quinta feira sua excelência chegou de avião da Força Aérea ao Porto Santo, acompanhado de enorme comitiva e jornaleiros, colocou a mascara e logo foi a banhos devidamente filmado e enquadrado pelos mirones;

Na Sexta-feira o celinho foi comer bolas de Berlim a a uma esplanada , sem mascara, partiu aos bocadinhos e deu às crianças que acorreram ao acontecimento.

Numa altura em que continuam a exigir rigorosas medidas de higiene estes senhores dão o exemplo contrário do que apregoam.

Sexta-feira à tarde não faltou a respectiva declaração com os incêndios no continente mas logo foi tranquilizado pelo sr. ministro da administração interna par continuar descansado que estava tudo sob controlo.

Então sua excelência sai cá do burgo na quinta-feira à tarde com enormes incêndios activos no norte do país, um dia depois coloca a possibilidade de interromper as mini férias devido aos incêndios, só não o fez porque o Cabrita o tranquilizou, vai estar por cá de novo neste sábado, então para quê este circo ridículo que foi montado em Porto Santo?